Qual emoção está guiando o mercado brasileiro agora? O termômetro resume o sentimento num número de 0 a 100, do medo à ganância, calculado a partir de dados públicos de preço.
O ponteiro mostra a emoção dominante, não a direção certa. Sentimento é termômetro, não bússola: mede a temperatura do mercado hoje, e temperatura muda. Historicamente, os extremos costumam marcar exageros, de pessimismo ou de euforia.
Pessimismo generalizado. O mercado está precificando cenários ruins e a aversão a risco domina as decisões.
Cautela. Os investidores estão desconfiados, preferindo proteção a oportunidade.
Equilíbrio. Sem emoção dominante: o mercado espera novas informações pra escolher direção.
Otimismo. O apetite por risco cresce e ativos mais arriscados ganham preferência.
Euforia. O otimismo está esticado e o mercado tende a ignorar riscos no radar.
O índice combina quatro dimensões do comportamento do mercado brasileiro. As barras mostram como cada uma está pontuando hoje (0 = medo, 100 = ganância):
O rumo recente da bolsa brasileira comparado à sua própria trajetória. Mercado subindo com consistência puxa o ponteiro pra ganância; em queda, pro medo.
A intensidade das oscilações do mercado. Pregões nervosos, com variações bruscas, são típicos de períodos de medo; calmaria prolongada acompanha confiança.
Pra onde o dinheiro está indo: quando a bolsa rende mais que a renda fixa, há apetite por risco; quando os investidores se abrigam na renda fixa, o medo domina.
O comportamento recente do câmbio. O dólar é o refúgio clássico do investidor brasileiro: em alta, sinaliza busca por proteção; em queda, mais confiança no real.
Inspirado no Fear & Greed Index da CNN e adaptado ao Brasil: cada dimensão é medida com dados públicos de preço e comparada ao comportamento recente do próprio mercado, virando uma nota de 0 a 100. A combinação exata dos indicadores, janelas e pesos é a nossa receita, e essa a gente guarda.
Atualizado todo dia útil pela manhã.
Leitura de sentimento de mercado, com finalidade educacional — não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não garante resultados futuros.